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PLANEJAMENTO PATRIMONIAL

O que deve ser analisado no planejamento patrimonial?

Patrimônio e sucessão precisam ser pensados juntos

Quando uma família decide organizar seu patrimônio, é comum pensar primeiro nos bens: imóveis, empresas, investimentos e outros ativos.

Mas existe uma segunda pergunta, igualmente importante: o que acontecerá com esse patrimônio no futuro?

Por isso, o planejamento patrimonial deve levar em conta também a sucessão.

O primeiro passo é conhecer o patrimônio como um todo. Isso inclui não apenas os bens, mas também dívidas, financiamentos, empresas e outras obrigações.

Depois, é preciso olhar para a família.

Quem são os herdeiros? Como são os casamentos e uniões? Qual é o regime de bens? Existem filhos de relacionamentos diferentes? Há filhos menores? Quem administra atualmente as empresas da família?

Essas informações podem mudar completamente a melhor estratégia.

Também é necessário verificar quais são os direitos dos herdeiros e quais limites devem ser respeitados na organização da sucessão. A partir daí, podem ser estudadas alternativas como testamento, doações, usufruto, seguros, previdência privada e estruturas societárias.

Quando existem empresas familiares, a preocupação vai além da divisão do patrimônio.

É importante definir quem continuará administrando os negócios, como as decisões serão tomadas e o que acontecerá caso um dos sócios faleça ou queira deixar a sociedade.

Também pode ser necessário estabelecer regras para evitar que conflitos familiares prejudiquem a empresa.

Por fim, os impostos precisam entrar na conta. Uma determinada estrutura pode parecer interessante do ponto de vista patrimonial, mas gerar custos tributários que tornam a alternativa pouco vantajosa.

Por isso, não existe uma fórmula que funcione para todas as famílias.

Um bom planejamento olha para o patrimônio de hoje, mas também para a família e para os negócios de amanhã.

Precisa de orientação jurídica para analisar seu patrimônio?

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